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A franquia é um bom negócio?

A franquia é um bom negócio?

O mercado de franquias tem sido o destino de empreendedores que querem inovar em suas áreas e de profissionais que, por um motivo ou outro, resolveram trabalhar por conta própria. A segurança oferecida por essa estratégia e as possibilidades que se estendem aos mais variados setores são alguns dos fatores que contribuem para que estatísticas promissoras sempre sejam apontadas nesse segmento.

Entretanto, apesar de todo cenário positivo oferecido pelas franquias, esse modelo de negócio - assim como qualquer outro - exige atenção, conhecimento de mercado e muita dedicação. Nos próximos parágrafos você poderá conferir as principais particularidades desse mercado e o que deve ser feito antes e depois de se tornar um franqueado. Acompanhe e boa leitura!

O que é uma franquia?

De forma simples e clara, as franquias são um modelo de negócio estruturado na venda de licenças de uso de uma determinada marca. O diferencial é que aspectos fundamentais como rotinas e processos, produtos, serviços, know-how e estruturação da marca são desenvolvidos pelo franqueado. Ou seja, o estudo sobre como a empresa deverá funcionar, o desenvolvimento de produtos e serviços bem como o posicionamento da marca no mercado, entre outros aspectos, é de responsabilidade de quem está comprando a franquia.

Trata-se de uma estratégia de mercado que oferece aos interessados a possibilidade de começar um negócio com bases sólidas, com reconhecimento do público-alvo e aplicações testadas e aprovadas. A pessoa que adquire os direitos de trabalhar com a marca (franqueadora) é denominada de franqueado.

Quais as vantagens de ter uma franquia?

O Brasil tem se destacado como um ótimo campo para abertura desses modelos de negócio. Na realidade, o crescimento desse setor não ocorreu por acaso. Os benefícios que essa modalidade oferece e os resultados que o empreendedor poderá obter estão entre os principais atrativos.

Uma das grandes vantagens em se investir nessa estratégia é que ela representa um modelo de negócio com menos riscos, pois trata-se de um empreendimento que já está consolidado no mercado. Ou seja, o modo de funcionamento já está estabelecido e se mostrou eficiente com ótimos resultados.

Além disso, é preciso observar que o retorno oferecido por essa estratégia é mais rápido. Estimativas de investimento apontam para uma recuperação de capital em um prazo de até 24 meses. Dependendo do valor e da posição da marca no mercado esse tempo pode ser ainda mais curto.

E não para por aí. O sistema de franquias ainda oferece o atrativo de poder contar com mais facilidade para a obtenção de linhas de crédito. Aliás, a maioria das redes franqueadoras têm convênios com alguma instituição financeira, a exemplo da Caixa Econômica Federal.

As franquias também são apontadas como alternativas lucrativas de negócios. Como o franqueado trabalhará com uma marca que já é conhecida do público ele não terá que lidar com o complexo processo de conquistar a confiança de novos clientes.

Outra vantagem interessante diz respeito à aquisição de itens junto aos fornecedores. As franquias, dado o modelo específico de negócios, conseguem obter contratos mais atrativos com eles. Dessa forma, elas podem adquirir produtos em uma quantidade maior com descontos mais interessantes.

Além disso, precisamos destacar um aspecto muito importante quando abordamos esse tema: os segmentos em que há franquias atuando são os mais variados possíveis. Na realidade, é quase impossível que o empreendedor não encontre um modelo que esteja de acordo com o seu perfil profissional: prestação de serviços, hotelaria, turismo, informática, idiomas, reforço escolar, manutenção, tecnologia, alimentação entre vários outros.

Como planejar e adquirir uma franquia?

Como apontamos logo no início desse artigo, o ramo desses modelos de negócio requer uma atenção especial em vários aspectos. Somente assim será possível obter resultados positivos em todas as fases do projeto. De qualquer forma, podemos dividir essa fase inicial em duas etapas. A primeira está mais relacionada ao pessoal, ou seja, como o empreendedor vai agir. A segunda é a financeira, os investimentos propriamente ditos.

Na primeira etapa é necessário que o empreendedor responda a algumas perguntas essenciais. Veja algumas delas logo a seguir:

1. Está disposto a trabalhar nos finais de semana?

Dependendo da resposta ele teria que excluir alguns nichos de franquias. Por exemplo, se ele não pretende trabalhar nos fins de semana, modelos que atuam em shoppings, assim como aquelas que funcionam obrigatoriamente todos os dias não são indicadas.

2. Está disposto a trabalhar até tarde da noite?

Outra pergunta crucial para se definir o modelo que será escolhido. Franquias de delivery, por exemplo, encerram as atividades muito tarde e, além disso, ainda há todo o processo de fechamento de caixa o que pode tornar o fim de noite mais cansativo.

3. Qual o tipo de público o franqueado quer trabalhar?

É importante saber com qual público pretendemos trabalhar. Lidar com pessoas é algo muito complicado e, dependendo do campo de atuação, esse processo poderá ser mais ou menos estressante. Se o franqueado optar por trabalhar diretamente com o consumidor final ele precisa estar preparado para lidar com pessoas que vão do bem humorado ao agressivo.

Se a opção for pelo mercado corporativo, as relações tendem a ser menos estressantes e, na maioria dos casos, são mais profissionais e mais cordiais. O fator de decisão a ser considerado é em qual campo o futuro franqueado se sente mais confortável e tem mais experiência.

4. Já sabe em qual segmento pretende atuar como franqueado?

É fundamental que o empreendedor conheça profundamente as características e particularidades do segmento em que está planejando atuar. Enquanto essa parte não estiver muito clara, a melhor sugestão é continuar em busca de mais alternativas.

Na segunda etapa, alguns dos principais aspectos financeiros que devem ser considerados são:

  • Quanto, de fato, está disponível para ser investido;
  • Há alguma reserva financeira para se manter e para lidar com possíveis eventualidades;
  • Será ou não preciso fazer uso de um empréstimo ou, ainda, usar toda a reserva financeira.

Ingressar no mercado de franquias sem que esses pontos estejam muito bem definidos é um dos erros mais clássicos que levam as pessoas a desacreditarem de seu novo projeto. Na realidade, o problema não é com o setor desse negócio e sim com a pessoa que não analisou bem sua real situação. Muita atenção!

Por que investir em franquias de sucesso?

Em um primeiro momento investir em modelos mais novos é um bom negócio, mas ainda assim não dá para comparar com outros de sucesso que estão há mais tempo no mercado. Afinal, para o investidor e futuro franqueado, mais tempo de mercado pode ser traduzido em mais experiência, mais solidez e estratégias otimizadas. Além disso, quanto mais antiga é a franquia, maior são as chances de ela ser conhecida (e aceita) pelo grande público consumidor.

E tem mais, modelos com mais tempo de atuação passam um nível maior de segurança no que diz respeito à permanência da rede dentro do segmento de atuação no mercado. Afinal, mesmo que o número de novas franquias cresça a cada ano, não são todas que conseguem se consolidar e obter um sucesso contínuo.

Na dúvida em escolher entre uma franquia nova e uma com sucesso consolidado, basta observar as estatísticas. Dentre aquelas que são apontadas como as maiores do Brasil, cerca de 60% tem mais de dez anos de atuação no mercado de franqueadoras.

Taxas

Para se tornar um franqueado é importante que o empresário preste atenção às cláusulas e taxas que são específicas desse tipo de negócio. A seguir, listamos as principais delas. Confira:

  • Taxa de franquia

Trata-se da primeira taxa a ser cobrada do franqueado para que seu ingresso junto à rede seja validado. Basicamente, essa taxa inicial envolve uma série de pontos fundamentais para o funcionamento da franquia: suporte de implantação, treinamento inicial, know-how para o início das operações entre diversas outras ações até chegarmos ao início do funcionamento.

  • Royalties

Aqui temos o valor que será cobrado em relação ao uso da marca e pelo know-how enquanto perdurar a relação de contrato entre o franqueado e a marca. Geralmente os royalties são pagos mensalmente e são indicados por meio de percentuais sobre o faturamento bruto da franquia. Entretanto, existem franqueadoras que cobram um valor fixo.

  • Taxa de propaganda

Qualquer negócio precisa de publicidade para atrair clientes. A taxa de propaganda também é conhecida como taxa de marketing. É um valor que o franqueado paga para ações de marketing e outras estratégias que objetivam beneficiar o crescimento de toda a rede. Mais uma vez, também pode aparecer como valor fixo ou percentual pago todos os meses.

  • Cláusulas restritivas

As franquias conseguem construir seu nome no mercado e obter sucesso nesse setor de atuação graças a uma maneira específica desenvolvida pela marca para operar suas atividades. Quando o franqueado adquire o direito de trabalhar com a marca ele automaticamente terá que concordar com as chamadas cláusulas restritivas.

Manter segredo sobre processos, sistemas de operação, métodos de trabalho da marca e produtos além de evitar o vazamento de informações relevantes para concorrência são alguns dos itens que entram nas cláusulas restritivas. Em caso de descumprimento de algum ponto o franqueado será obrigado a arcar com gastos referentes a multas contratuais.

As cláusulas restritivas não visam somente proteger os segredos operacionais da marca. Podemos encontrar no mercado aqueles tipos que exigem de seus franqueados uma espécie de exclusividade. Ou seja, enquanto o contrato estiver em vigor ele, o franqueado, não poderá trabalhar com outra franquia de atividade similar a atual.

A título de curiosidade, as cláusulas restritivas de franquias nacionais são menores e mais fáceis de serem analisadas. Já as internacionais, as de grande porte e as famosas tem restrições um pouco mais extensas. Entretanto, isso não é motivo de preocupação. Na realidade, qualquer que seja a empresa há segredos que não podem ser revelados.

Dica: Se você ainda não tem muito conhecimento sobre como funciona esse segmento, pode ser uma boa ideia procurar pelas chamadas micro franquias. Nesses casos, os investimentos são relativamente mais baixos e a taxa de rentabilidade costuma ser interessante.

O que é uma franquia virtual? Vale a pena investir?

Já que estamos falando sobre o mercado desses modelos de negócio não poderíamos deixar de lado as franquias virtuais, um dos setores que mais cresceram nos últimos anos.

A primeira coisa a ser observada com relação às franquias virtuais é que elas não são um “bicho de sete cabeças”. Na verdade, funcionam de modo bem similar às tradicionais:

  • O franqueado tem o direito de utilizar a marca de uma determinada rede, tem o suporte e apoio know-how necessário para o início das operações;
  • Tem suporte de divulgação e marketing;
  • Recebe consultoria de gestão empresarial, de acordo com o caso.

Por outro lado, o franqueado deverá se comprometer a seguir todas as regras e práticas da franqueadora. Há também taxas e cláusulas restritivas que devem ser muito bem analisadas.

O principal diferencial das franquias virtuais é a forma por meio da qual elas funcionam. Isto é, sai o ambiente de uma loja física para entrar em cena o ambiente virtual onde tudo é baseado na comunicação via internet.

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, as franquias virtuais vão muito além dos tradicionais e populares e-commerces. Há opções nas áreas de compras coletivas, transporte, educação, agências de viagem e turismo, por exemplo.

Quais são as principais vantagens de uma franquia virtual?

Agora que vimos o básico sobre como funciona uma franquia virtual é hora de conhecer as principais vantagens desse modelo de negócios. Acompanhe:

  • Baixo investimento inicial

As franquias tradicionais representam uma ótima economia em termos de investimentos. Afinal, não há a necessidade de iniciar um negócio partindo do zero. Mas ainda assim há gastos com aluguel, contratação de funcionários, compra de equipamentos, instalação da loja dentre outros aspectos.

Já no caso dos modelos virtuais o investimento inicial é relativamente menor do que nas franquias tradicionais. O motivo é muito simples: não são todas essas despesas que serão necessárias aqui.

Por exemplo, para começar a trabalhar com franquias virtuais, o franqueado precisará, basicamente, adquirir os equipamentos necessários, indicados pela franqueadora. Não há gastos com sistemas de venda, desenvolvimento de sites dentre outras funcionalidades importantes para o negócio, uma vez que tudo isso é disponibilizado pelo franqueador.

  • Suporte

O mercado de franquias virtuais ainda é muito restrito e esse detalhe faz com que as franqueadoras criem e estruturem redes que visam levar conhecimento e apoio aos novos empreendedores. Com esse suporte, o franqueado se sente mais seguro e tem menos dificuldades em entender e colocar em prática as diretrizes da marca.

  • Soluções comprovadas

Desenvolver soluções focadas no consumidor, conhecer o público-alvo e ter a expertise necessária para lidar com os altos e baixos do mercado são aspectos que envolvem muito tempo e dedicação. Negócios de franquias virtuais são estruturados sobre essas bases. O empreendedor que optar por esse tipo enfrentará menos dificuldades, pois as soluções já foram testadas, aprovadas e se mostraram bem sucedidas.

  • Aprendizado contínuo

De uma maneira geral, franquias virtuais investem pesado na capacitação dos novos franqueados por meio de cursos, seminários e consultorias tendo em vista o aperfeiçoamento dos gestores. Apesar de esse fator também estar presente nas tradicionais, na modalidade virtual esse processo é mais facilitado, dadas as possibilidades proporcionadas pelo ambiente virtual.

Por fim, há dois aspectos importantes que precisam ser considerados pelos empreendedores que desejam ingressar no mercado de franquias virtuais:

Primeiro: Esses modelos atuam em diversos segmentos do mercado. Entretanto, como estamos falando do mundo digital o empresário terá que lidar com estratégias de marketing digital. Mesmo com todo o suporte oferecido pela franqueadora é importante que ele tenha afinidade com o setor e certa familiaridade com as principais ferramentas.

Nesse sentido, o perfil mais recomendado para esse segmento são programadores, especialistas em marketing digital, profissionais de agências de conteúdo e publicitários.

Segundo: Alguns empreendedores acreditam que, por ser uma franquia virtual, as preocupações como gestor serão menores do que as existentes nas tradicionais. A história não é bem assim. Para evitar qualquer tipo de eventualidade é essencial que o interessado pesquise e busque conhecer ao máximo a franqueadora.

Também é recomendado conversar e trocar ideias com profissionais que já atuam no mesmo setor. Dessa maneira, será possível encontrar os pontos mais sensíveis e saber se, de fato, é o ramo certo para se investir.

Como escolher a melhor franquia para trabalhar?

Antes de tomar qualquer decisão o empresário que deseja empreender no mercado de franquias precisa conhecer e entender muito bem suas características pessoais e profissionais, suas habilidades, afinidades e seu perfil como empreendedor. Ao fazer isso, o processo para escolher o melhor modelo se tornará muito mais prático e seguro.

Com isso em vista, confira algumas dicas que poderão ajudá-lo nesse processo:

  • Capacidade financeira

O montante que será investido, os custos variáveis e fixos, operação diária e previsão de faturamento do negócio devem ser profundamente analisados e discriminados. Além do montante necessário para o início das atividades, não podemos nos esquecer da reserva para o capital de giro. Esse ponto deve seguir as diretrizes passadas pelo franqueador, afinal, ele tem base para apontar o quanto será necessário e o tempo previsto de retorno.

  • Produtos e serviços

Antes de escolher os produtos e serviços com os quais vai trabalhar, é interessante que o empresário analise se tem ou não afinidade com eles. Quando trabalhamos com algo que gostamos e conhecemos, nossas chances de sucesso aumentam significativamente. Aliás, diversas franquias oferecem ao futuro franqueado a possibilidade de experimentar um ou mais dias de operação e conhecimento dos processos. É uma ótima oportunidade para sabermos se aquela é realmente a área que queremos.

  • Impulso

Um dos erros mais graves – e mais comuns – em relação à aquisição de franquias é quando o empreendedor fecha contrato na base da pressão e do impulso. Lembre-se que ter uma franquia é um projeto de vida. É a pessoa quem deve avaliar a qualidade de vida e a estrutura que almeja ter. A decisão é sempre de quem vai atuar e não de terceiros. Cuidado com isso!

  • Dinheiro

Outro erro comum responsável por levar franqueados de vários setores ao fracasso é adquirir uma franquia tendo como base o valor do investimento que será feito ou ainda, o retorno financeiro que terá. Como qualquer negócio, as coisas vão muito além dos aspectos econômicos: produtos, serviços, gestão, habilidades específicas, relacionamentos, dedicação envolve muito mais do que as finanças dos valores financeiros. Afinal, experiência, credibilidade, qualidade, comprometimento e felicidade não se compram.

  • Exigências

Por maior ou mais eficiente que seja a franquia, sempre há pontos que podem ser melhorados. Porém, antes de promover mudanças é preciso que o franqueado compreenda que, no sistema dessas estratégias quem dita as regras é o franqueador. Por isso, antes de adquirir um modelo qualquer é recomendada a análise atenta e profunda sobre as regras que precisará seguir. Se não estiver de acordo com elas é melhor avaliar uma segunda alternativa.

Vimos que investir no segmento de franquias é uma excelente ideia. Esse mercado raramente sofre crises e há oportunidades que podem ser aproveitadas por empreendedores de todos os perfis. Ainda assim, qualquer um que queira ingressar nesse setor precisa se dar um tempo e fazer uma autoanálise.

Como apontamos no decorrer desse artigo, há uma série de aspectos que podem direcionar o interessado para essa ou aquela franquia. Além disso, algo que nunca pode ser desconsiderado é o fato de que, ao adquirir um modelo, o empreendedor não está isento de responsabilidades envolvendo a gestão.

Se o objetivo for se tornar um franqueado para trabalhar menos (o que é até possível de acordo com o campo) ou delegar a gestão dos negócios a terceiros o empresário já está selando seu destino que, invariavelmente, surgirá como problemas de gestão, falta de recursos e fracasso. A regra é simples: tempo e dedicação são os pilares do sucesso no ramo das franquias.

Isso significa que o franqueado vai suar muito mais sua camisa do que na época em que era empregado de alguma empresa. E isso, sem falar no capital humano, afinal, serão colaboradores com diversos níveis de conhecimento, habilidades, temperamentos e atitudes muito distintas.

Entretanto, esses são pontos inerentes a qualquer tipo de negócio. O que aumentará as chances de tudo dar certo é mesmo uma boa análise e um planejamento pautado na realidade.

Por fim, vale lembrar que há uma série de serviços e apoio a empreendedores e empresários que desejam ingressar no mercado de franquia. Essa ajuda extra na fase inicial pode representar uma diferença significativa lá na frente. Uma dica interessante é consultar o Sebrae, a entidade oferece uma série de informações relevantes sobre esse setor.

E você, já investiu ou está planejando investir no mercado de franquias? Conte pra gente, em nossos comentários, suas perspectivas sobre o futuro e suas percepções sobre esse segmento!

Clube Sebrae
Denisson Soares
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Analista de Produção de Conteúdo. Atua no mercado de Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing. Acompanha de perto tudo que acontece no mundo da tecnologia. Entusiasta de ideias inovadoras que ampliam os horizontes e as possibilidades das empresas.

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