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A mulher empreendedora e a gravidez. Vamos refletir?

A mulher empreendedora e a gravidez. Vamos refletir?

Todos nós sabemos que a gravidez é um momento muito importante para as mulheres. É uma época bastante delicada e sensível, onde acontecem várias idas ao médico, atestados, exames, faltas e ausências. Estar grávida não significar estar doente, mas necessita dos mesmos cuidados como se fosse. Qualquer fator que não for observado da maneira correta pode se tornar um agravante, prejudicando a gestação.

Quando a gravidez acontece enquanto se está vinculada ao trabalho ou gerindo um negócio, sabemos que há questões profissionais que devem ser levadas em conta, juntamente com os cuidados que a situação requer.

Pensando em todo estresse que podem enfrentar no trabalho, cobranças de superiores, pressão por uma suposta “queda de rendimento", muitas mulheres acabam optando por adiar o desejo de ter filhos. Ou, pelo menos, passam um bom tempo refletindo bastante antes de tomar a decisão para que a gravidez não interfira na vida profissional. É fato que, no mundo moderno em que estamos vivendo, as mulheres estão pensando muito mais antes de engravidar do que na época das nossas mães e avós, por exemplo.

E por que isso tem acontecido? A resposta é a busca pela realização profissional e, principalmente, a estabilidade financeira.

Segundo um estudo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística) em 2013 - 40,4% das mulheres entre 20 e 29 anos não tinham filhos. Um número considerável, não é mesmo? Hoje, quando há a opção, as mulheres acabam por priorizar mais a sua vida profissional e estabilidade financeira, para depois realizar os desejos pessoais.

Mas levando em conta a carreira, vida profissional, trabalho e negócios, será que existe hora certa para engravidar? Essa pergunta nos leva ao próximo tópico!

Carreira e gravidez

Diante da realidade apresentada, será que há como realizar o desejo da maternidade sem abrir mão da carreira profissional? A decisão de uma gravidez deve ser uma escolha inteiramente da mulher e não do mercado ou da empresa ou, até mesmo, dos gestores.

Afinal, mesmo com tantas dúvidas, não existe uma regra que determine o momento certo para engravidar. Isso porque cada mulher tem seu tempo para se sentir pronta e preparada para a maternidade. Tanto psicologicamente quanto financeiramente.

O ideal mesmo é que a gravidez seja desejada pela mulher e que ela seja respeitada por suas escolhas. Mas, infelizmente a gestação ainda tem se tornado uma “assombração” na vida profissional das mulheres.

Um estudo realizado pelo site Trocando Fraldas em 2017 entrevistou, por meio de um questionário online, cerca de 11.000 mulheres. Foram feitas perguntas relacionadas à carreira e maternidade, entre outros assuntos. Alguns resultados dessa pesquisa são extremamente importantes e merecem destaque:

  • Mais da metade das entrevistadas (56%) considera mais improvável o sucesso profissional de mulheres com filhos;
  • Três em cada sete brasileiras têm ou tiveram medo de perder o emprego ao engravidar;
  • Apenas 22% das mulheres mudam seus planos de ter filhos devido ao trabalho, mas dois terços delas apenas adiam;
  • 8% das mulheres deixam de ter filho por causa do trabalho e apenas conseguiram ter antes ou depois de um emprego;
  • Mais de um terço dos superiores não ficou feliz com a gestação da funcionária e 1 em cada 6 mulheres sentiu que o chefe teria preferido demiti-la por isso;
  • Apenas 62% das mães recentes conseguem voltar ao trabalho com o fim da licença-maternidade;
  • Quase metade das brasileiras tem que recorrer a avós ou outros parentes para poder voltar ao trabalho, haja vista também que raramente o pai fica em casa cuidando do bebê;
  • A chance de o pai ficar em casa é nove vezes menor;
  • Menos de um quarto das mulheres consegue encontrar uma creche;
  • Em 62% dos casos de doença do filho, a mãe tem que ficar em casa;
  • A possibilidade de poder conciliar emprego e maternidade é considerada adequada pela maioria das mulheres com uma leve tendência para o lado negativo.

Todos esses resultados nos fazem ver nitidamente o quão as mulheres sofrem em todos os aspectos relacionados à gravidez, tanto profissionalmente quanto pessoalmente, falando.

As responsabilidades ainda ficam maiores sobre as mulheres, além disso, algumas deixam de ter filho por conta do trabalho ou, ao menos, adiam o desejo.

Não há como negar que no mercado ainda há um preconceito relacionado à gestação, mas ainda assim o momento certo de engravidar e a decisão de tal permanecem sendo inteiramente de responsabilidade da mulher.

Como conciliar a gravidez com a vida profissional?

Em algum instante da vida, as mulheres que têm o desejo da maternidade vão fazê-lo tornar-se real, conciliando assim, vida profissional e gestação. Fazendo com que tudo saia da melhor maneira possível, sem que esse momento prejudique demasiadamente ambos os lados. Por isso, organizar-se para não abrir mão das conquistas profissionais é o primeiro passo para fazer com que tudo saia conforme o planejado e sonhado.

Sendo assim, daremos algumas dicas para as mulheres que sonham em tornarem-se mães, mas não querem que isso atrapalhe sua carreira.

Planejamento

Para quem é empreendedora, funcionária ou qualquer mulher que possui um emprego que exige muita responsabilidade, sabe que será difícil se afastar por determinado tempo das atividades. Por isso, é importante que você verifique o melhor momento entre sua vida pessoal e profissional para que possa engravidar. Um bom planejamento e uma conversa verdadeira e franca com o pessoal da empresa facilitarão muito esse momento e poderá deixá-la mais tranquila quanto às coisas no trabalho.

Lembre-se que embora você planeje tudo, sempre haverá imprevistos que poderão ocorrer, mas não se preocupe, são oito meses para qualquer tipo de preparação.

Mudanças

É natural que haja mudanças (que são muitas!) tanto na vida profissional quanto na pessoal. Será uma nova etapa na sua vida e muitas coisas podem se alterar. Portanto, esteja preparada para essas transformações e encare-as da melhor forma. Lembre-se que junto com o bebê, nascerá não só uma mãe, mas também uma nova mulher.

Maturidade

Conforme citado, infelizmente ainda hoje há certo descontentamento por parte dos empregadores em relação à gestação de suas funcionárias. Se esse for o caso, é necessário que esteja preparada para certos enfrentamentos, priorizando sempre a vida que há dentro de você. E nunca colocando o profissional acima da saúde.

Durante o dia-a-dia no ambiente de trabalho, é importante que isso seja sempre ressaltado.

Diálogo

É importante dialogar com a equipe de trabalho mostrando que nada mudará nesse período. Muitos superiores tendem a achar que o rendimento das funcionárias cai durante o tempo de gestação. Por isso, é necessário que tudo seja conversado e explicado, principalmente se houver limitações durante a gravidez, para que sejam evitados constrangimentos e possíveis assédios por parte de superiores em relações às cobranças de seu trabalho.

Troca de experiências

Nesse momento, procure saber sobre as experiências que outras mães que são empreendedoras ou executivas tiveram. Essas vivências podem resultar em uma espécie de segurança, e quem sabe até ajudam a tomar decisões futuras.

O ideal nesse momento é tentar aliar a maternidade à vida profissional, para que nenhuma área seja prejudicada. Afinal, mesmo que você possua os seus desejos pessoais, eles não conseguirão ser realizados da forma desejada se você não tiver uma boa estabilidade financeira.

Fora isso, hoje a ascensão profissional é prioridade e desejo na vida de qualquer pessoa - com as mulheres não seria diferente. Atualmente, elas priorizam muito o sucesso na carreira e, principalmente, a independência financeira.

Direitos e deveres

Mais do que proteger e tornar confortável a relação entre empregadores e empregados, os direitos trabalhistas das gestantes foram criados principalmente para assegurar a saúde do bebê e da mãe durante a formação da criança, enquanto ela estiver realizando atividades em seu ambiente de trabalho.

A gestante possui direitos que vão além da licença maternidade, sendo eles: estabilidade, mudança de função ou setor, consultas, exames e amamentação.

Estabilidade

As gestantes que trabalham com carteira assinada, têm direito à estabilidade de até cinco meses após a concepção da gravidez e, não, da descoberta. Isso significa que elas não podem ser demitidas sem justa causa durante esse período.

O direito à estabilidade é necessário tanto para mãe quanto para o bebê, já que muitas mulheres enfrentam dificuldades em retornar ao mercado de trabalho após a gestação. A demissão de gestantes só é válida mediante à justa causa ou se a decisão partir da própria futura mãe.

Mudança de função ou setor

Se a atividade que estiver sendo desenvolvida pela gestante ou lactante, oferecer riscos à saúde da mãe ou do bebê, ela pode solicitar a troca de função ou setor, mediante a apresentação de um atestado médico.

A lei assegura que essas mulheres não podem estar expostas a funções ou ambientes insalubres, como: lugares que contenham ruído excessivo, vibração, radiação ou poeira.

Consultas e exames

A CLT prevê que a gestante se afaste das suas funções por até seis vezes para se submeter a exames de rotina. Entretanto, se sentir necessidade, a gestante pode realizar consultas com seu obstetra quando julgar necessário, desde que avise seu superior previamente e apresente atestado médico.

A funcionária jamais pode ser impedida de visitar seu obstetra, mesmo que já tenha se ausentado as seis vezes garantidas por lei.

Amamentação

Após a licença-maternidade a mãe tem direito de amamentar mesmo em horário de trabalho. São garantidas duas pausas de 30 minutos por dia. Além disso, quando a empresa possui mais de 30 funcionárias com mais de 16 anos, é necessário que se tenha um ambiente adequado e confortável para amamentação, geralmente uma sala arejada bem iluminada e limpa.

Infelizmente muitas empresas não possuem esse lugar adequado, ou mesmo não permitem essa pausa para amamentação, mas lembre-se: é seu direito e é assegurado por lei! Dessa forma, você deve utilizá-lo se julgar necessário.

Vale lembrar também que a mulher jamais pode se sentir constrangida em amamentar o seu bebê. O direito à amamentação em público vai além das leis trabalhistas e é um direito de toda mulher, que deve ser assegurado por todos, previsto multa em cinco estados brasileiros: Mato Grosso, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo.

Licença-maternidade

Todas as mulheres do País que contribuem para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) têm direito à licença-maternidade. Esse auxílio se estende também as gestantes que tiveram abortos espontâneos, as que dão a luz a bebês natimortos ou mesmo às que adotam e obtêm guarda judicial de uma criança.

De acordo com a CLT, essas mulheres têm direito, ao menos, 120 dias de afastamento remunerado nas organizações privadas e, de 180 dias no serviço público federal. No entanto, para empresas que são aderentes ao Programa Empresa Cidadã, esse auxílio pode ser prorrogado por mais 60 dias. Essas empresas recebem um incentivo fiscal para serem estimuladas a ampliar o prazo da licença-maternidade.

O valor da licença-maternidade é equivalente ao valor do salário mensal para quem tem carteira assinada. Além disso, para garantir o direito de seis meses, a funcionária deve solicitar o auxílio até o fim do primeiro mês após o parto.

Caso a funcionária possua algum problema médico que a impeça de retornar às atividades após o período de licença, é possível ampliar o repouso da licença em mais 15 dias, com a apresentação de atestado médico. Nesse caso, esse afastamento é caracterizado como auxílio-doença, onde o auxílio é pago pelo próprio empregador.

Esses direitos são assegurados na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Mas infelizmente nem todos esses direitos são concedidos às funcionárias durante o período de gestação, sendo por muitas vezes desrespeitados. Por isso, é necessário que a gestante esteja a par de seus direitos, para saber o que ela pode fazer ou não.

Além disso, é recomendável que se tenha uma conversa diretamente com o RH para deixá-los previamente avisados sobre tudo o que estiver acontecendo durante a gravidez. Isso inclui consultas médicas e exames, estado de saúde, assim como, período de afastamento.

Se a funcionária sentir que em algum momento está sendo prejudicada ou sofrendo qualquer tipo de abuso ou assédio com relação à sua gestação, pode denunciar — anonimamente ou não — o ocorrido no Ministério Público do Trabalho de sua cidade, que se encarregará de tomar as devidas providências em relação ao empregador.

Entretanto, a funcionária gestante permanece tendo os mesmos deveres dos outros funcionários da empresa, isso inclui o cumprimento das atividades com qualidade e com o mesmo empenho e eficiência que era exercida antes da gravidez. Além disso, o cumprimento correto das atividades garante que seus direitos sejam “reclamados” com mais facilidade.

A gestação não pode ser motivo para que a funcionária exerça suas atividades com menos qualidade, a menos que esteja sendo prejudicada em algum aspecto.

Profissões que podem pedir antecipação da licença-maternidade

Assim como citamos, as funcionárias gestantes têm o direito de pedir a troca de função ou setor de trabalho quando sentirem que o mesmo pode prejudicar sua saúde ou a do bebê. Mas caso não haja a possibilidade de troca de setor ou função, ela pode ser afastada antecipadamente de suas atividades quando for atestado que está exposta a riscos que estão sendo prejudiciais à saúde do bebê. Alguns exemplos de risco são:

  • Profissões que envolvem manipulação de agentes químicos ou tóxicos, exposição à radiação, todos esses riscos podem causar malformações no feto, principalmente no primeiro trimestre da gestação;
  • Atividades realizadas em fábricas onde existe alta exposição a ruídos e pó excessivos, além de ser um ambiente pouco arejado e constantemente abafado. Esses fatores podem ser prejudiciais em qualquer fase da gravidez;
  • Médicas e enfermeiras também devem redobrar os cuidados, já que estão presentes em ambientes onde possui grande concentração de doenças e vírus;
  • Profissões que, aparentemente, são inofensivas, como manicure e cabeleireira, possuem também risco de gestação com malformação do feto. Isso devido ao contato constante com solventes e tinturas que possuem agentes químicos.

Mesmo que a gestante se sinta saudável e bem em algum desses ambientes, vale solicitar ao médico obstetra uma avaliação que determinará se é necessária a entrada antecipada da licença-maternidade por incapacidade laboral transitória.

Dicas de como conciliar a gravidez e os negócios

Deu para perceber que são muitos fatores a serem levados em consideração na hora da gestação, não é mesmo? Para mulheres que escolheram empreender, podem ver a gravidez nesse momento como um grande obstáculo diante dos negócios. Muitas acham que devem dar um tempo de tudo e que pensar em trabalho está fora dos planos nesse momento. Mas, isso não é totalmente verdade. É claro que ter um empreendimento te dá mais liberdade de relaxar e aproveitar esse momento. Entretanto, você pode aproveitar essa fase para usar a criatividade e pensar em novas ideias para o negócio.

Então, confira cinco dicas que podem ajudá-la a conciliar gravidez e empreendedorismo:

1. Estabeleça limites no trabalho

Durante a gestação você terá de diminuir o ritmo de trabalho e isso é natural. Evite, nesse período, se estressar ou carregar peso. As primeiras dores começam a surgir rapidamente pelo corpo e, com isso, você se sentirá mais cansada para trabalhar. Dessa forma, é necessário colocar limites, estabelecer horários e funções a serem desenvolvidas.

Mesmo de forma mais reduzida, você ainda conseguirá administrar o negócio sem que tudo saia dos eixos e sem perder a qualidade.

2. Se atualize

Com a carga horária de trabalho reduzida você terá mais tempo para fazer outras coisas, certo? Além de ter mais tempo para a casa e família, aproveite também para se atualizar. Principalmente sobre o mercado, o segmento do seu negócio, podendo realizar cursos online, ler livros e se antenar sobre empreendedorismo.

Seja qual for a opção que você preferir, use esse tempo para investir em seu negócio e buscar novas ideias.

3. Delegue tarefas à equipe

Nesse momento que você estará afastada precisará da ajuda de seus funcionários para conseguir administrar o negócio. Durante o período não dará para você ficar resolvendo tudo, nem tomando decisões. Então, você deverá delegar tarefas à sua equipe, passando conhecimento para que eles desempenhem determinadas funções, e principalmente aos funcionários que possui mais confiança, para que sejam capazes de tomar decisões importantes quando você não estiver presente.

Deixando essa responsabilidade nas mãos de pessoas de confiança, você se sentirá mais segura, sabendo que o seu negócio está em boas mãos. Também é uma maneira para você avaliar seus funcionários e readequá-los de função ou setor, caso ache necessário.

4. Prepare seu companheiro

Dividir a responsabilidade de administrar o negócio com o companheiro pode ser uma boa opção também. Mesmo de longe, você estará de olho em tudo. Então, poderá orientá-lo no que fazer para que possa ajudá-la. Além de tudo, é uma pessoa de confiança que você poderá contar.

Além de ajudar nas tarefas com o bebê, também, não é mesmo? Faça essa proposta a ele e diga que você precisa de apoio. Pode ser uma ótima alternativa para você se sentir mais segura quanto ao bom andamento do empreendimento.

5. Pense em novos projetos

Como falamos, esse é um período em que você terá bastante tempo livre. De repente, nesse momento você pode pensar em outros projetos, novas estratégias a serem adotadas e, quem sabe até, em um novo produto ou serviço.

Outra ideia é considerar sua experiência com a gravidez para, quem sabe, abrir um novo negócio. De repente, você sentiu uma necessidade que não foi atendida nesse período de gestação - essa é a hora de lançar algo inovador no mercado. De repente, outras mulheres sentiram necessidades semelhantes às suas e não foram atendidas.

Tendo essa visão de fornecedor e consumidor ao mesmo tempo, fica mais fácil ter ideias novas!

Deu para perceber o quão a gestação é um momento importante e especial, mas de muita responsabilidade para as mulheres, não é verdade? Principalmente quando se envolve vida pessoal e profissional e você deve conciliar as duas de forma harmoniosa. Sem que prejudique sua saúde e também a do bebê.

Muitas mulheres ainda possuem medo de engravidar por pensar que isso pode de alguma forma atrapalhar sua vida profissional e suas conquistas. Muitas adiam o sonho, ou ainda o deixam de lado por muito tempo. Vale sempre lembrar que a decisão e escolha de gravidez são sempre da mulher, desde que você sinta que é o momento exato para acontecer, não há problema algum.

E, quando esse momento acontecer coloque sempre como prioridade sua saúde e a do bebê. Quanto ao trabalho, alguém sempre estará cuidando para que tudo esteja bem.

O trabalho e o sucesso profissional de nada adiantarão se você não tiver também realização pessoal. A melhor forma de manter tudo de forma conciliada, sem que um lado atrapalhe o outro, é verificar um bom momento entre sua vida pessoal e profissional que caiba uma gestação.

Vale ressaltar que a mãe também é um fator ímpar na formação do bebê. Portanto cuide de si mesma e aproveite esse tempo livre para deixar um comentário nesse post. Caso você tenha uma experiência de gravidez e empreendedorismo, compartilhe conosco!

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