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Mundo digital e o futuro do mercado de trabalho

Mundo digital e o futuro do mercado de trabalho

Você com certeza já ouviu que várias profissões acabarão entre 10 ou 20 anos. Isso porque a economia digital está transformando antigos postos de trabalho. Sim, muitos tipos de profissões acabarão, mas outros vários já estão aparecendo. Assim deve ser daqui por diante, pois a tecnologia demandará novas formas e tipos de trabalho.

É sobre isso que Tonico Novaes falou no Summit Sebrae PR 2018. O diretor-geral da Campus Party Brasil (da MCI Brasil), -evento que promove a imersão de pessoas que utilizam as mais diversas tecnologias para mudar o mundo-, explicou como ele percebe essa transformação e como isso é benéfico para a sociedade, pois vivemos em constante movimento e desenvolvimento. Se esse passo não for dado, a humanidade não evolui.


A tecnologia irá gerar desemprego para aqueles que não buscarem atualização e não seguirem a economia digital. Entretanto, acredita-se que essa 4ª revolução já está sendo absorvida pelas pessoas, inclusive culturalmente, com o crescimento da economia compartilhada, por exemplo.   

Apenas em 2018, o desenvolvimento tecnológico mundial foi tamanho que forçou as organizações e as pessoas a literalmente correr atrás do prejuízo causado pela crise brasileira (que teve seu cume em 2016), além de tomar as decisões necessárias independente das eleições presidenciais. Isso é maturidade, pois há alguns anos, o Brasil parava com Copa e eleições. Em 2018, isso não aconteceu! Foi necessário rever gastos, levar o desperdício à escala zero (tanto em material como em recursos humanos) e buscar alternativas inclusive na coletividade para ultrapassar as marés bravas. Mais que isso, compartilhar não está sendo uma ação apenas movida à economia de dinheiro, mas instigada por propósitos. 

Os jovens de 20 anos não querem mais carros e televisão. Eles usam Uber e celular. Eles não sonham com emprego CLT, mas querem exercer sua profissão com liberdade, dentro das suas casas ou até mesmo em coworkings. Essa mudança de cultura permite dizer que 2018 foi o ano da solidificação da economia compartilhada.  

Nesse contexto, Tonico Novaes diz que o Campus Party, evento que teve 70 edições realizadas desde 2007, mostra fisicamente essa transformação, através do poder de influência dessa geração totalmente digitalizada, a forma que a competência para os negócios está caminhando, a geração de renda e a inteligência artificial. 


As áreas de saúde, legislação, mobilidade e educação estão diretamente ligadas à robotização e já estão vivenciando as conversões digitais, otimizando recursos e facilitando processos. Novos talentos surgem com a cultura maker, analitics growth haching, chief culture office, designer especializado em customer experience e especialista de arquitetura em TI e API’s. Essas já são novas profissões, que unem diretamente a tecnologia, a nova cultura digital e as necessidades contemporâneas da humanidade, de acumular experiências na vida no lugar de coisas. 


E você, já pegou o bonde do futuro?
 

Clube Sebrae
Suzane Marie
Suzane Marie Seguir

Sou jornalista, MEI e gerente de comunidades do Clube Sebrae!

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