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Perdi meu emprego. E agora? Abro uma empresa de sucesso?

Perdi meu emprego. E agora? Abro uma empresa de sucesso?

Perdi meu emprego. E agora? Abro uma empresa de sucesso? Essa é a dúvida de todos quando estão numa situação extremamente delicada, ou seja, desempregados.

LEIA ATÉ O FINAL PORQUE EU REVELO O SEGREDO DE TODO NEGÓCIO DE SUCESSO. E quando você ler, entenderá perfeitamente como ele é valioso no mundo dos negócios. Isso será também o caminho das pedras para sua empresa encontrar o sucesso que ela merece. Pelo menos eu acredito que você mereça, não é mesmo?

Por que este texto é tão grande?

Veja que o texto aqui é grande, mas ele foi feito com muito carinho por mim. Quero mesmo que você estude este texto e compreenda como ele poderá lhe ajudar. Tenha a paciência de ler como um livro técnico. Mas leia porque ele é mesmo importante para a jornada do empreendedor, principalmente no início.

Escolhi postar este texto aqui ao invés de tornar ele um ebook ou um livro físico porque sei que você precisa de informação de forma urgente. Pode ter certeza que sei de sua necessidade sobre esse conhecimento. Portanto, desfrute, leia e faça suas anotações. Insights poderão surgir. Aproveite porque eles serão importantes mais tarde quando você estiver em outros momentos.

E a única coisa que lhe peço é que você me dê seu feedback sobre essa leitura. Ela é importante para mim. Preciso entender se aquilo que dividi com você pode ser de alguma forma revisado, aprimorado, contextualizado. Tudo para melhorar a experiência de quem realmente precisa amadurecer profissionalmente na sua própria jornada do empreendedor.

O que determina uma empresa de sucesso?

Empresa de sucesso não está atrelada a segredos empresarias ou tecnologias inovadoras. Empresa de sucesso é o resultado de ações, organizações, comportamentos e validações.

Tenho certeza que você (se está lendo isso); passa por momentos que parecem uma montanha russa, ora pensando uma coisa, ora pensando outra.

Isso é bastante natural. Seja de forma repentina ou esperada, a demissão sempre é um momento traumático de insegurança, dúvida e medo.

E nesse turbilhão de emoções, nasce uma ideia. Seria esse o processo adequado? Só sei que não existe o jeito certo. Porém, você deve entender se o caminho de abrir uma empresa serve para o seu estado emocional, financeiro, social, físico e político.

Geralmente, o caminho mais imediato é a pessoa se dedicar a algo que seja viável para sua realidade financeira e sua capacidade de trabalho. Além disso, essa empresa nasce pela demanda imediata do seu proprietário. Ela tem que trazer retorno praticamente imediato ao investidor.

No entanto, o mundo do empreendedorismo prega mantras e valores que num plano ideal são realmente muito funcionais. Mas para a realidade de quem precisa levantar dinheiro rápido não cola.

Por isso, resolvi fazer um plano de emergência para você. Uma espécie de kit de primeiros socorros aos feridos na guerra contra o desemprego. Se este plano não funcionar, você precisa rever os passos desta jornada porque algo foi distorcido ou modificado à revelia de seus executores.

Não desafie esse roteiro se for para provar algo. Se você modificar algo, esteja consciente do que faz para manter o controle da situação em suas mãos.

Regra 1: escolha o segmento que você tenha mais afinidade

Invista em algo que seja de sua formação profissional. Isso é de grande relevância e por isso está no topo deste plano de ação. Não queira inventar ideias em segmentos que não são íntimas. Um exemplo disso é o profissional que trabalhava como cozinheiro de um hotel e depois de perder o trabalho decido vender lingerie. Calma! Não funciona assim. Você deve usar suas experiências para tornar isso uma vantagem.

Regra 2: busque quem possa lhe ajudar a organizar negócios no segmento escolhido

É muito comum os empreendedores começarem com uma ideia e depois de conhecer as necessidades das pessoas adapta essa ideia ou modifica a oferta. Para isso, você precisa ter mais dados econômicos, financeiros, estatísticas de comportamentos. Hoje em dia essas informações estão disponíveis na rede, mas precisa saber como procurar.

Uma boa fonte de informações é o Sebrae. Procure o Sebrae de sua região e marque uma consultoria para conversar sobre o que pode ser feito.

Regra 3: invista o dinheiro que for viável em seu negócio

Conheço muita gente que idealiza um sonho de negócio e vai ao banco para buscar empréstimos. Os empreendedores criam planos de negócios sobre suposições de comportamento do mercado e montam uma estrutura com aquele dinheiro. 

Quando o negócio começa, a empresa já está devendo. Isso pode ser um grande problema. Se for para buscar empréstimos, pense primeiro no seu capital de giro. Sua empresa precisa de um fluxo de caixa para se manter aberta por pelo menos 6 meses. O ideal é tentar 12 meses, mas pense no que é possível.

Se você entende que o empréstimo é inevitável para constituir minimamente as ações comerciais de sua empresa, então reformule seu negócio.

O exemplo disso é a história de João.

João perdeu o emprego de padeiro depois de trabalhar 6 anos numa grande padaria. Ele recebeu um bom dinheiro e se animou a montar seu negócio. A indenização de João foi de 44 mil reais.

Essa renda poderia manter ele por 14 meses, afinal de contas, seu salário era de 3 mil reais. João fez os cálculos e ficou com receio de não conseguir outro emprego tão cedo. Mas o seu acerto salarial era bom e poderia ser o início de um negócio próprio.

João gastou 23 mil reais comprando freezers, máquina de pão, forno industrial e alugou uma pequena loja. Ele percebeu que precisava de mais 3 pessoas para trabalhar na padaria. Com registros trabalhistas, cada pessoa representava 3 mil reais. A despesa mensal de João começou com 13 mil reais.

A conta bem simples. 44 mil - 23 mil - 13 mil = João começou seu negócio com 8 mil reais positivos. O problema é que ele pensou nos 30 dias imaginando que venderia o equivalente a cobrir a despesa dos próximos 30 dias. A consequência disso é que João no segundo mês não tinha mais o acerto do emprego anterior, não cobriu as despesas da padaria e precisou fazer um empréstimo de 5 mil para cobrir. No terceiro mês João fez um segundo empréstimo de 10 mil reais. João se desesperou. Ele não terminou o quarto mês.

Não faça empréstimos. Não invista tudo o que tem. Não entre em ideias mirabolantes com promessas de negócios. 

Se João tivesse feito diferente e montasse algo que não precisasse investir em fornos e geladeiras, ele poderia estar hoje bem diferente. Eu conheço empresas gigantes que começaram com um único produto e este passo pequeno foi fundamental para hoje ter um leque de produtos sustentáveis economicamente.

Regra 4: não faça parcerias lucrativas para os outros

No começo de qualquer negócio sempre existem os aproveitadores. São pessoas que não estão interessadas em manter um vínculo ético, mas enxergam em sua empresa uma vantagem efêmera que pode lhe dar algum benefício.

Essas pessoas usam muito a palavra PARCERIA. Cuidado. Parcerias são importantes para você acelerar sua empresa, mas não entregue todas as suas qualificações em prol de uma conquista mentirosa.

Faça parcerias com pessoas éticas. Elas sempre terão também o cuidado de pensar no que você ganha como vantagem desta parceria. As vantagens precisam ser igualitárias e ter um tempo de começo e fim. Nenhuma parceria é eterna se não reforçada de tempos em tempos.

Regra 5: ofereça o que as pessoas querem comprar ou realizar

Um erro bastante comum realizado por empreendedores iniciantes (há também empreendedores experientes errando neste aspecto) que precisa ser evitado.

Ofereça o que as pessoas querem comprar ou realizar, não o que você quer vender. Geralmente, os empreendedores esquecem que eles devem entender o que as pessoas desejam ou necessitam. Negócios são sobre isso, ou seja, desejo e necessidade. Pense em suas experiências como consumidor. Tenho certeza que você só compra o que deseja ou necessita.

Existem empreendedores que insistem neste erro. Acham que seu produto está adequado, mas a comunidade não entende ou não enxerga aquilo que você enxerga. 

Outros colocam a culpa em tudo e a chama de crise. Há crise para tudo e todos. Não existe um tempo onde tudo dá certo ou tudo é perfeito. Sempre há segmentos em crise e segmentos em prosperidade. E existem negócios que estão em segmentos prósperos, mas se encontram em crise.

O paradoxo da culpa sobre algo que não vende ou não é aceito pelo consumidor existe em qualquer momento com qualquer contexto. No entanto, você precisa entender os desejos e necessidades das pessoas que provavelmente querem algo na área de sua empresa.

Entenda o que as pessoas querem para oferecer exatamente aquilo que elas procuram. Isso é fundamental para você não ficar perdendo tempo, energia e dinheiro trilhando pela experiência de descobrir com tanta coisa em jogo, não é mesmo?

Regra 6: respeite o tempo para acontecer todo o processo ao abrir a empresa mais eficiente

Isso você não encontrará em nenhum treinamento ou material de empreendedorismo. E isso é que me motiva a dividir com você minha experiência sobre a jornada do empreendedor.

Respeite o tempo necessário para constituir uma empresa de forma responsável. Isso significa que você terá maior força e resiliência para enfrentar as dificuldades naturais de qualquer início.

E quanto tempo para começar o negócio?

A partir do momento que você toma a decisão de abrir sua empresa, precisa entender sobre ela em suas diversas nuances. 

Dentro de uma previsão temporal, imagino que você possa dedicar 30 dias para as suas pesquisas sobre o segmento. Nesse período você também pode se aproximar de entidades empreendedoras como o Sebrae para lhe dar suporte de informações e atitudes organizacionais capazes de lhe ajudar nessa fundamentação de dados e oportunidades.

Depois de 30 dias, você já deve estar com informações suficientes para ter um MVP (minimum value product), afinal de contas, é sobre isso que você precisa resolver na hora de montar sua empresa.

Com este mínimo produto viável, veja o link anterior, sua empresa terá condições de promover aquele canvas prático para viabilizar sua ideia. Caso contrário, terá que descobrir enquanto está gastando seu investimento e energia para entender a missão, visão e valores da sua empresa. Cuidado para não fazer isso.

Como você percebeu, depois de trinta dias, ainda não existe empresa, mas uma ideia. Será que ela é mesmo uma oportunidade? Agora você precisa validar essa ideia.

Como validar ideias para negócios?

Um fiz um podcast para saber se a ideia que você tem vale a pena investir. Eu até chamei o post de Como avaliar se uma ideia vale 1 milhão de dólares. É bem positivo que você escute para entender como pode se proteger daquilo que é mais comum na vida de empreendedores, ou seja, ideias que parecem ser extraordinárias.

A validação de sua ideia precisa ser monetizada de alguma forma. Só assim ela terá a validação do mercado. Não adianta validar com pesquisas. Isso pode ajudar, porém, precisa ter a validação com sua força comercial.

Como você saberá se o produto ou serviço é aceito pelas pessoas se ele não for monetizado? Assim você entende qual é realmente o desejo dos consumidores sobre sua proposta de valor. Aliás, escrevendo nisso (perdoe o trocadilho com a frase falando nisso), você sabe qual é sua proposta de valor como empresa?

A experiência para uma empresa compreender seu papel diante do segmento é em torno de 1 ano no mínimo. Esses 12 meses são importantes até para você criar um ciclo de confiança na rede de clientes.

Você precisa estar preparado para enfrentar estes 12 meses com o propósito de construir um relacionamento confiável entre sua empresa e seus clientes. Raramente essa curva temporal muda num menor espaço e você precisa aceitar isso.

Estes 12 meses serão uma extraordinária experiência empreendedora para você validar aquilo que precisa para acelerar seu negócio definitivamente.

Regra 7: fundamente sua proposta de valor

Mesmo que você esteja começando a jornada do empreendedor com a ideia de montar sua empresa, ela deve fazer sentido dentro de um contexto social mais amplo. Afinal de contas, ela faz parte de um ecossistema.

Você precisa encontrar a proposta de valor de sua empresa e deixar tão clara ao ponto de se comunicar com poucas palavras.

Eu tenho o vídeo de Luciano Kalil como referência sobre o que é proposta de valor e como montar isso ao negócio. Espero de verdade que você também assista a este vídeo e entenda como ele é importante para sua jornada.

Independente de seu nicho de atuação, a empresa deve agregar valor para quem se conectar a ela. Não faz sentido montar um negócio de significado vazio, pois as pessoas não criarão a cultura emocional necessária para você manter fidelização. Pense mesmo em fidelizar, pois esse é o segredo de qualquer negócio.

O segredo de tudo é isso

Olhe as palavras garrafais deste título. O segredo de tudo é isso... O que estou tentando lhe apontar é que o segredo de tudo que faz parte de uma empresa está na capacidade dela em FIDELIZAR CLIENTES. Uma empresa só sobrevive se fidelizar seus clientes.

Diversas pesquisas mostram que num espaço de trinta dias, após 1 ano de atuação, a empresa tem como faturamento 80% de sua base sobre os clientes fieis e 20% sobre novos clientes.

Juro que eu queria colocar a frase FIDELIZAR CLIENTES maior ainda neste texto. Porque nada faz sentido se isso não for o objetivo principal de sua vida empresarial.

O segredo de tudo relativo às empresas, independente de seu tamanho ou segmento, está na sua incrível habilidade e atenção sobre a fidelização de clientes.

É sobre isso que se trata a sua proposta de valor. Quando você entrega para as pessoas mais do que meramente um desejo efêmero, a conexão entre elas e sua empresa se torna um vínculo emocional. Veja o exemplo das startups que se destacam hoje. 

Uber se tornou a empresa fundamental das pessoas que sofriam com a espera e as taxas abusivas do universo dos taxis. A Airbnb se tornou a empresa fundamental das pessoas que queriam experiências turísticas pagando preços justos em locais aconchegantes e ociosos.

O mundo dos negócios está cheio de exemplos sobre isso. Eu mesmo como empreendedor hoje tenho negócios que criaram vínculos emocionais com pessoas que se identificam com a proposta de valor da empresa. Por isso, tenho total conforto em lhe dizer que esse manual tem minha jornada sobre ele. E você pode entender que esta jornada tem um final feliz. Ufa. Ainda bem.

Empresa de sucesso é o resultado de ações, organizações, comportamentos e validações. Lembra dessa frase no início do texto? Então agora fará bastante sentido isso para você.

Regra 8: a empresa de sucesso está na sua atitude e comportamento

Posso lhe dizer com propriedade. A empresa de sucesso é aquela que está em movimento constante. E essa ação de movimento só é viável se você como dono, diretor, CEO, empreendedor, principal interessado no negócio estiver focado em tornar ela uma empresa de sucesso.

Escreva isso no papel e cole na geladeira da sua casa:

Que isso significa, Rafael? Seria a aplicação daquele conceito denominado O Segredo? Seria uma espécie de campo energético eficaz para realmente atrair o sucesso? Seria o segredo da prosperidade?

Talvez sim, talvez não. Eu sei só que isso é um reforço visual para o desafio da jornada. Isso me ajudou a combater todo santo dia a procrastinação, a desmotivação, a insegurança, a preguiça, a irresponsabilidade, a protelação de coisas importantes.

E se você acredita que isso pode alinhar o campo energético para atrair a prosperidade, faça. Eu sei que ajuda.

Cole esse papel na geladeira, afinal de contas, você vai lá todo dia. E se for no meu caso, provavelmente você sempre está lá várias vezes ao dia. Mas é lá que eu vejo sempre esse papel.

Mesmo tendo negócios com prosperidade, eles precisam de mim todo dia. E esse papel ainda está na geladeira, porque eu preciso estar olhando para ele todo dia e me motivar. A jornada do empreendedor não tem fim. E se você acha que esse processo pode ser cansativo só em ler este texto, sugiro que busque outras atividades.

Não é feio gostar de ser colaborador de empresas. Não é feio estar empregado em empresas. Não é feio valorizar registro de trabalho, CLT, direitos trabalhistas. Não é feio ser um funcionário ao invés de ser um empresário.

Se você sofre com esse preconceito, espero que ajuda a mudar seu pensamento sobre esses mitos, lendas e bobagens do mundo do empreendedorismo. Não é feio trabalhar para o seu líder, chefe ou superior hierárquico.

Um grande mito do empreendedorismo é que esse comportamento serve para todos. Não serve. Você pode ter comportamentos empreendedores e também ser colaborador de uma empresa. Aliás, o comportamento empreendedor é sempre valioso, sendo você o empresário ou o colaborador. Mas não espere que este mundo do investimento seja para todos.

Caso ele não seja para você, sugiro que leia um texto que escrevi no meu LinkedIn sobre como os desempregados podem criar oportunidades extraordinárias com marketing pessoal.

Empreendedores extraordinários são exemplos, mas não nasceram com um dom divino. Eles tiveram comportamentos e atitudes que foram fundamentais para sua prosperidade.

Eu aprendi estes comportamentos e atitudes quando decidi fazer o EMPRETEC. Isso foi um divisor de águas em minha vida. Ele abriu uma perspectiva diferente do que eu estava acostumado a ver. E olha que eu sou de uma família de empreendedores. Mesmo assim tive vivência impactante quando passei pelo EMPRETEC. Sugiro que você faça o mesmo.

Tive alguns fracassos antes do EMPRETEC e quase fechei minha empresa depois de uma semana como empreteco. Minha sugestão é que você procure este treinamento dado pelo Sebrae porque faz a diferença, principalmente no início da jornada do empreendedor.

Regra 9: qual o planejamento temporal para a existência de sua empresa?

Essa é outra regra que você não encontrará em treinamentos ou manuais de empreendedorismo. Todos que abrem empresas criam expectativas sobre a prosperidade dela. Isso é bastante natural.

No entanto, você pode ser um empreendedor nato que foi motivado por uma demissão ou um empreendedor necessitado de uma fonte de renda. Isso precisa ficar muito claro em sua mente. Qual o planejamento temporal para a existência de sua empresa?

Essa questão é importante para o empreendedor entender como se portar diante de seus objetivos. Conheci empreendedores que trabalharam em suas empresas até o momento de ter uma proposta interessante para ingressar em outra. E isso não é feio também. Porém, precisa estar em seu planejamento se este for o caso.

Agora se o seu caso é de emergência de caixa, precisa ter mais critérios para tomar decisões.

Empresas de necessidade de fluxo de caixa emergencial

Empresas de empreendedores que necessitam de fonte de renda imediata são negócios muito delicados. Porém, não menos prósperos.

Existem alguns cuidados para você que está enfrentando a situação de urgência de caixa.

1) Tenha a paciência para montar um MVP viável e atrativo de forma instantânea para as pessoas que desejam. Geralmente são produtos que estão associados às necessidades mais básicas apontadas na pirâmide de Maslow. Se você ainda não está familiarizado com o conceito da pirâmide de Maslow, sugiro que clique no link para entender mais a esse respeito.

Eu aprendi na prática que o dinheiro vem mais rápido para os produtos e serviços que estão na base da pirâmide de Maslow. Perceba como faz total sentido isso quando entendemos as necessidades básicas dos seres humanos.

Lembra daquele exemplo do cozinheiro de hotel que perdeu seu trabalho e criaria uma empresa de lingerie só porque entende existir uma oportunidade nessa área? Ele estava na verdade com o foco distorcido do que pode ser essencial em sua área de atuação.

Quando seu produto se intercala em mais de uma área da pirâmide de Maslow, pode ter certeza que a tração monetária é bem mais forte.

2) Tente criar um produto ou serviço que não demande de tanto investimento.

Caixa de bombons artesanais são bem interessantes, mas cuidado para não criar uma armadilha dentro da área de alimentação. Lembre que o contexto influencia na motivação de consumo das pessoas. Bombons artesanais são bem legais, mas precisam estar inseridos no contexto do desejo.

Eu vi uma ideia surgir na área de doces e adorei a sacada. Não sei quem é ou que empresa teve esse insight, mas a proposta de criar chocolates com embalagem simulando um cartão de presente foi extraordinária. Simples e viável para a apresentação do doce. O produto se trata de um carinho, uma ação emocional que cria conexões emocionais entre as pessoas.

Eu amei essa ideia. Se você souber quem foi o criador, comente aqui no post. Terei o agradecimento sobre essa colaboração sua.

3) respeite suas limitações e não exagere no investimento inicial. Não coloque todo seu dinheiro sobre algum mostruário caro de produtos ou um estoque grande de produtos.

Geralmente, os empreendedores tentam minimizar seus aportes financeiros. Um bom caminho é criar a cultura do negócio online. Mas não seja arrogante ao ponto de montar sua loja online sem estudar a metodologia de atendimento.

Um bom exemplo é ler sobre a experiência dos clientes de forma correta nas lojas online. Você encontra bastante material aqui mesmo na comunidade do Clube Sebrae e um dos autores mais interessantes é Ricardo Cabianca. Ele traz uma vivência bastante rica e divide sempre conosco.

Estas três dicas podem lhe ajudar a montar um negócio que seja de forte tração de dinheiro. Espero mesmo que você consiga evoluir neste aspecto.

Regra 10: peça feedback de seus clientes

No momento que sua empresa estiver ativa, esteja atento aos feedbacks de seus clientes. Eles serão importantes para você adaptar, ajustar, manter ou mudar a proposta de valor. Não seja arrogante ao ponto de impor sua vontade sobre o mercado.

Quando Steve Jobs apresentou o IPhone para a sociedade, ele não quis impor nada. Ele apenas apresentou um desejo materializado em produto. Ele se fez valer da dinâmica de que nem sempre o cliente sabe o que deseja, mas ele quando for instigado irá consumir rapidamente. Caso o efeito do desejo não aconteça de forma rápida, perceba que algo pode estar errado.

Os feedbacks são a corrente mais forte para atingir o resultado. Esteja ciente de que o cliente é que determina o que compra e não o contrário.

Estimule cada vez mais eles a interagirem com seus comentários sobre o que você está oferecendo. Isso é fundamental para entender mais ainda sobre as necessidades destes clientes. Assim, você consegue tomar decisões mais assertivas e constrói experiências mais ricas entre a empresa e o cliente.

Um grande aliado são os fundamentos do marketing de engajamento. Invista em comunidades online. Uma boa ferramenta de marketing de engajamento é a startup Beracode. Acredito muito que você possa criar ótimas estratégias de engajamento a partir de uma estratégia colaborativa.

Leia sobre comunidades e como elas podem dar a você um grande ambiente de cooperação e relacionamento com seus clientes. Ali pode ser um ótimo ambiente para ter feedbacks. Porém, lembre de definir a proposta de valor de sua empresa com grande relevância. Ela é fundamental para as pessoas se conectarem a esta comunidade.

Eu tenho um artigo lá que aborda a competência de se gerenciar comunidades para criar engajamento. Espero que você leia também para usar estas estratégias de engajamento e fazer sua empresa ter relevância para as pessoas.

Conclusão sobre empresa de sucesso

Depois de ler todo este artigo, espero de verdade que você tenha sucesso. Espero que você seja o empreendedor que foi motivado por um trauma, mas superou isso dando a volta por cima sendo protagonista de sua vida.

Não se lamente por muito tempo. Entendo que toda demissão tem um período de luto. Isso é normal e bastante saudável. Mas não faça esse luto perdurar por muito tempo. Afinal de contas, a saída do luto acontece quando se muda a perspectiva.

Faça a sua história. Mude seu mindset e busque a independência emocional para a jornada do empreendedor. Será essa atitude que constituirá a marca de relevância na vida das pessoas.

E se você tiver dúvidas ou quiser me dar seu feedback sobre esse texto, esteja à vontade. Seu comentário me ajuda demais a entender como foi relevante este artigo.

Faça agora a jornada capaz de transformar sua realidade e montar a empresa de sucesso.

 

Clube Sebrae
Rafael Cardoso
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Um cidadão que deixou de ser passivo para trazer luz e ambiente à discussão social e político.

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