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Quais são as competências de um gestor?

Quais são as competências de um gestor?

Quando se pensa no sucesso de um negócio, independentemente de seu porte, é uma ação habitual que nos peguemos pensando em uma lista de fatores comuns a todos aqueles que fizeram sucesso em épocas, situações e lugares diferentes.

Seria a quantidade de recursos financeiros para o empreendimento a fonte de sucesso comum? Alta liquidez, dinheiro em caixa, acesso a linhas de crédito para investimentos vultosos e débitos controlados? Ou seriam os recursos materiais disponíveis? Instalações modernas, equipamentos de última geração, suprimentos sempre a mão? Ou ainda, quem sabe, os recursos humanos aqueles que fazem a diferença? Equipes bem qualificadas, proativas que pensem “fora da caixa” e uma cultura de inovação já bem implementada promovem, acima e mais do que os demais o sucesso de um empreendimento?

A resposta para todos os fatores citados nos dois parágrafos anteriores é, definitivamente e sem exceção, sim, para todos eles. Naturalmente eles podem ter um peso diferente de acordo com a natureza do negócio em questão. Mas todos eles têm sua devida importância no sucesso do negócio.

Porém, a simples existência dos recursos, por si só não são garantias de que a empresa seja bem sucedida quanto a atingir suas metas e objetivos. E por que não? Por uma simples razão. Todos eles necessitam de alguém com um conjunto peculiar de qualidades, que saiba usá-los, que faça com que as metas e os objetivos anteriormente traçados possam e venham, efetivamente, serem atingidos. Essa pessoa é um gestor.

E, se novamente pararmos para pensar de maneira bastante criteriosa, chegaremos à conclusão de que ter recursos não é sinônimo automático de ser bem sucedido. Se assim o fosse a história dos negócios não apresentaria fracassos e cifras enormes apresentados por empresas gigantescas como IBM, Microsoft, HP e McDonald´s.

Mas, o que exatamente um gestor deve fazer? Qual é a extensão de suas responsabilidades? Quais são as competências que ele deve trazer consigo para conduzir um negócio ao sucesso? Essas serão as questões apresentadas em nosso artigo.

O que é gestão?

O primeiro conceito - importantíssimo, diga-se de passagem - que deve ser compreendido é exatamente aquele que diz respeito ao centro da atividade: a gestão.

E, para que nós ajudemos você a compreender esse conceito tão importante em nossas vidas profissionais, nós vamos buscar evitar a maioria dos termos técnicos sem, no entanto, comprometer a real essência do assunto.

Gestão é um grupo de tarefas que têm como objetivo alocar todos os recursos colocados à disposição por uma empresa para que os objetivos traçados possam ser atingidos.

Como podemos observar no conceito exposto no parágrafo acima, os recursos são parte essencial para o sucesso da empresa. Porém o seu uso correto pelas mãos de quem ocupa a gestão é crucial no dia a dia do negócio.

Agora, vamos começar a debater outro conceito a respeito: o que é necessário para que o gestor seja bem sucedido? Em outras palavras, quais são as competências que deve ter para assumir esse cargo?

O que é competência?

Levando-se em conta que vamos discutir a competência dentro de um contexto profissional, acreditamos que uma definição que expresse de forma clara, precisa e com um grau bastante satisfatório do termo é a seguinte:

Competência é a capacidade de reunir um grupo particular de recursos para que, com eles, seja possível atingir determinados objetivos para um cenário profissional em especial.

Acreditamos na qualidade do conceito citado acima pelo fato dele nos apresentar a figura dos recursos (financeiros, materiais e humanos), o que demonstra considerável coerência no nosso raciocínio rumo à compreensão do assunto como um todo.

Quais são as tarefas de um gestor?

Podemos afirmar com um grau bastante razoável de certeza que todos os gestores compartilham de funções bastante semelhantes durante o desenrolar das suas ocupações. E mais. Independentemente do grau de particularidade que seus trabalhos tenham, a maioria precisa demonstrar dois grandes grupos de habilidades:

Em um primeiro momento, o gestor, um ser humano que irá comandar - em muitas situações - um grupo com um número bastante grande de pessoas, deve conhecer a si próprio. Seus pontos fortes e fracos para que, dessa forma, ele tenha uma autoimagem bastante realista de si mesmo e, assim, o torne capaz de compreender a dinâmica de seus comandados durante o curso do trabalho. Há pouco mais de 20 anos, tornou-se comum - tanto na comunidade acadêmica quanto na comunidade dos negócios - o termo “inteligência emocional”. É disso que estamos falando aqui.

Erros e acertos por parte dos profissionais sob o comando de um gestor serão compreendidos de uma maneira perfeitamente esperada e, até certo ponto, normal. Tal postura também é importante para que esteja preparado, bem como os seus comandados, para processos de autocrítica, renovação de conceitos e melhorias, que vão e podem tomar a forma de Programas de Treinamento e Desenvolvimento, por exemplo.

Depois, o gestor deve saber compreender as pessoas. E nesse contexto, as pessoas com as quais ele irá trabalhar. A partir do momento em que esses dois pontos estão bem ajustados na pessoa que ocupa o cargo de Gestão, ela está preparada para realizá-la. E comandar. Torna-se possível, construir laços de confiança, ter empatia e equilíbrio no julgamento quanto aos problemas e estimular o desejo por melhorias junto ao grupo de profissionais geridos. Todas essas facetas fazem parte desse escopo tão especial e necessário.

Quais são as competências de um bom gestor?

Alguns profissionais dividem as competências que um gestor deve ter em três grandes grupos, de acordo com sua natureza:

  1. Competências técnicas: São aquelas que dizem respeito ao conhecimento que o gestor tem que ter quanto aos procedimentos, regras, políticas e tudo que diz respeito à atividade propriamente dita;
  2. Competências humanas: Dizem respeito à capacidade do gestor em se relacionar e desenvolver o trabalho junto às pessoas ao ser redor. Falamos um pouco a respeito delas em um tópico anterior;
  3. Competências conceituais: É a capacidade do gestor em compreender a situação na qual o negócio que ele deve gerir está inserido, a fim de propor soluções para que ele conduza os processos sob sua responsabilidade aos objetivos e metas definidos.

Demonstrado um panorama geral do que é a gestão, do que é competência, da finalidade das tarefas de um gestor, vamos agora discutir, especificamente quais são e, ao que se referem, suas habilidades e/ou competências de uma forma mais detalhada.

As competências de um gestor

Ética: Vivemos tempos em que os valores morais vêm sendo diária e constantemente afrontados, não somente na esfera particular de nossas vidas, mas também na profissional.

Infelizmente, essa atitude já adentrou as portas das empresas e é muito importante que os processos de seleção e recrutamento de gestores se preocupem com isso, levando-o em consideração ao serem realizados.

A ética, apesar de parecer uma característica óbvia a ser encontrada no perfil de um gestor, deve permear todas as suas ações como um dos pilares tanto na construção de um ambiente saudável de trabalho, mas acima de tudo nas relações diárias com seus comandados no dia a dia das empresas.

É uma competência que não pode ser quebrada, mas que está presente em todas as demais. Ela é a bússola que guia todas as outras.

Comunicação: Por si só, essa já é uma competência muito importante para a própria vida. E, naturalmente, não seria diferente no exercício de uma atividade profissional.

Ser bem sucedido na transmissão de suas mensagens aos seus comandados é uma competência extremamente importante para que o profissional seja capaz de reunir um grupo de pessoas em torno de um mesmo objetivo. Ele precisa ser capaz de “vender” todo o esforço que o time deverá fazer para que as metas e objetivos possam ser atingidos.

Ser prático, direto e claro, não somente quanto à comunicação relativa às tarefas, mas também quanto aos feedbacks, à resolução de dúvidas que, certamente, ocorrerão durante a execução dos trabalhos, quanto aos problemas inesperados e as possíveis soluções, assim como em todas as situações em que a comunicação mais direta se fizer presente.

E faz-se muito importante dizer que a comunicação não se restringe àquela feita de forma oral ou verbal. Os comportamentos e atitudes do gestor “falam” muito mais alto que suas palavras. Assim como ele observa sua equipe constantemente, o contrário também ocorre. E não de maneira pejorativa. Pelo contrário. O gestor é o exemplo a ser seguido e a âncora de segurança da equipe e, sendo assim deve ser extremamente cuidadoso com relação às atitudes e comportamentos que eventualmente expresse no ambiente de trabalho, pois o impacto negativo pode ser muito grande.

Resiliência: O ambiente de negócios que se desenhou no século XXI, como alguns consultores e gurus de plantão já nos haviam advertido, tornou-se maluco. Para dizer o mínimo, a Era da Informação chegou para valer e, com o suporte de tecnologias e recursos como Redes Sociais, Big Data e IoT (Internet of Things ou Internet das Coisas) passou a ser parte de nossa realidade. Definitivamente. E isso só fez aumentar o ritmo de mudanças no curso das ações de rápido para extremamente rápido. E os problemas advindos delas também.

Esse cenário exige que a pessoa que ocupa o cargo de gestão possua uma resiliência bastante grande, ou seja, uma capacidade de lidar com esses problemas provenientes de mudanças, bastante acentuado.

Como o exemplo a ser seguido, o gestor precisa transparecer tranquilidade e agir dessa forma diante do caráter volátil dos cenários onde a empresa atua. Sendo assim, a equipe saberá como reagir à realidade que se apresenta no seu dia a dia.

Transparência: Poucas coisas colaboram de forma tão negativa para o insucesso de uma equipe do que a falta de transparência por parte da pessoa que está no comando. E aqui não estamos falando de segredos industriais ou de planos que devem ficar restritos à alta administração até certo momento. Estamos falando do porque um determinado relatório recebeu algum parecer discordante, da razão de uma pessoa x ter sido escolhida no lugar de uma pessoa y para o projeto w, de um elogio feito para o novato ao invés do veterano e, assim por diante.

A harmonia e o equilíbrio da equipe são sustentados, em grande parte, pelo conhecimento que todos os membros dela, inclusive o chefe ou o gestor, têm das regras de convivência entre eles. Seja no trato pessoal ou nos procedimentos profissionais. Saber que uma discussão a respeito de um relatório vai ser feita a portas fechadas para qualquer um dos membros da equipe e não somente para o novato, é tão importante quanto a política salarial, mais objetiva e direta.

Na maioria das vezes, tais regras não vão se estabelecer de uma hora para outra. Há um grande número de subculturas dentro da cultura de um empreendimento. Cada departamento, em virtude de ser composto por seres humanos diferentes, vai ter sua cultura peculiar. Até o jeito de falar, muitas vezes, difere entre os vários departamentos.

E isso precisa ser respeitado e cultivado pelo gestor em situações delicadas que afetam o desempenho de seus comandados. Elogios, críticas, observações, divulgação de novas notícias, tudo deve ser conduzido com transparência pelo gestor para que os esforços de todos existam baseados na crença de que existe uma justiça sustentando o seu dia a dia.

Saber ouvir: Essa atitude é uma arte? Com certeza, pois depende de sensibilidade para interromper, muitas vezes, o que se está fazendo, despir-se de preconceitos e colocar-se no lugar da pessoa. É uma conversa que envolve temas delicados: reclamações quanto à razão de determinada tarefa ter sido feita de um jeito e não de outro, desabafos sobre a carga de trabalho, sugestões que, segundo quem apresenta, não receberam a devida atenção e uma lista enorme de outras demandas.

E, em diversas vezes a conversa tem a ver com contribuições e observações pontuais dos colaboradores. Independentemente de qual seja a razão que exija do gestor, a valiosíssima competência do saber ouvir também deve contar com um pouco de ciência por parte da pessoa ocupante do cargo.

São conhecidas várias atitudes de sucesso de empresas de portes diferentes que introduziram iniciativas que colocaram vários gestores numa execução bem frequente quanto a ouvir seus comandados. Um exemplo bem-sucedido é o estabelecimento de um dia exatamente para “lavar roupa suja”. A equipe e seu gestor se reúnem exatamente para expor, discutir e chegar a soluções para pontos que, segundo qualquer membro da equipe, não ficou bom. O objetivo é colocar o gestor como uma espécie de “Ombudsman” da própria equipe - aquele profissional muito comum em grandes jornais que ouvia as reclamações dos leitores, “tomando suas dores” e repassando-as à administração para providências.

E, para que esse serviço funcione bem, o gestor tem que, realmente, estar de coração aberto. Não pode absorver as eventuais críticas e/ou reclamações como pessoais. Ainda que, muitas vezes, elas sejam, pois, é lógico, não vivemos em um mundo perfeito e, em muitas situações, alguns profissionais se aproveitam desses mecanismos para destilar coisas negativas no ambiente de trabalho. Mas, para tais acontecimentos existem outras formas de resolução.

O “saber ouvir” vai muito além do exercício auditivo, portanto. É um exercício de humildade, acima de tudo. Não porque necessariamente o gestor vai ouvir críticas a respeito de seu trabalho. Mas porque ele vai demonstrar a seu subordinado que a diferença entre eles é meramente hierárquica. E não de direitos.

Organização: Base de qualquer projeto pessoal ou profissional que intencione ser bem-sucedido, não há gestor que sobreviva sem organização. Essa é, praticamente, a síntese do trabalho de gestão. Lembram-se do conceito? “Alocar os recursos para que se consiga atingir as metas e objetivos determinados”. Isso é, principalmente, organizar.

Porém, esse é o conceito mais abstrato de todo o processo. A organização deve estender-se pelas camadas mais operacionais de todo o trabalho do gestor. Até sua imagem pessoal deve ser organizada. Não estamos falando de ditar tendências de moda. Estamos dizendo de organizar-se para transparecer alguém que está realmente trajado para ir trabalhar. Nada mais do que isso.

Sua agenda deixando claras as datas e horários de eventuais reuniões, os status dos projetos que estão em andamento, treinamentos, viagens e todos os outros eventos de maior ou menor porte que traçam o fluxo de trabalho do gestor são fundamentais para permitir ao próprio uma ideia clara de como distribuir seu tempo e ter um horizonte global do trabalho como um todo.

Uma vez mais essa competência reflete-se de forma bastante positiva entre os comandados. Tem um efeito moral muito grande, pois dificilmente algum outro profissional vai sentir-se confortável trabalhando de uma maneira menos organizada que seu chefe.

Delegação de tarefas: Essa competência diz respeito à:

  • Capacidade do gestor de conhecer muito bem todos os pontos fortes e fracos de todos os membros de sua equipe;
  • Conhecimento dos requisitos de todos os projetos e/ou tarefas que fazem parte da responsabilidade da área;
  • Carga de trabalho que todos os membros da equipe já possuem;
  • Motivação dos membros quanto a assumir as tarefas em questão.

Os fatores citados acima nos mostram que para que um gestor seja bastante eficiente no exercício dessa competência faz-se necessário um conhecimento não somente da natureza do trabalho da área pela qual é responsável, como também das capacidades dos membros de sua equipe e de seus objetivos dentro da empresa.

Subjacente a esta competência o gestor precisa ser muito justo e ponderado ao exercitá-la, pois em muitas situações, há um profissional com habilidades mais adequadas, porém com uma carga de trabalho que não o permite abraçar outra tarefa ou projeto sem comprometer os demais. E se houver expectativas quanto a quem irá assumir e estas não se confirmarem para alguém pode haver certas “fricções”. Vamos falar mais sobre nisso na parte de Gestão de Conflitos.

E cabe também o exercício da confiança. Com a delegação de tarefas, os gestores comunicam aos membros de sua equipe que o sucesso do trabalho e o consequente cumprimento das metas e objetivos não está centrado ou tão pouco depende dele. Necessita de todos. É quase como se fosse dito aos membros: “Ei, por favor, me ajude, pois sem você não vamos conseguir.”.

Feedback construtivo: Dar feedbacks construtivos diz respeito à competência do gestor em comunicar a seus comandados sua avaliação quanto a seu trabalho, de uma maneira que os faça evoluir na continuidade dele.

Muitas vezes ele não será positivo. Mas isso não quer dizer que tenha que ser destrutivo. A avaliação negativa - se acontecer - deve ser transmitida ao colaborador de forma a acentuar o que deve e pode ser melhorado. É importante que a pessoa que recebe o feedback negativo o perceba como uma observação sobre algo que tem condições de melhorar. E não algo gratuito.

Gerir conflitos: Conviver muito tempo com as pessoas, de uma maneira ou outra, em um dado momento, cria desgaste. E, por consequência, embates. A competência de gerenciar as hostilidades não significa acabar com uma eventual discussão entre dois membros da equipe.

Acima de tudo diz respeito a conduzir os pontos de vista e ações discordantes sobre uma mesma ação. O gestor deve relembrar as pessoas envolvidas no conflito do foco da tarefa. Isso é importante como ponto de partida e base da solução final do problema. A partir daí ele deve estimular a participação dos envolvidos na discussão do problema e extrair o que ambos têm a oferecer de positivo para a tarefa e eliminar o que não contribuir.

Como esse trabalho envolve descartar alguns pontos das ideias de algumas das partes, pode haver egos feridos. Para que não haja queda na produtividade por parte de quem as teve, o gestor deve deixar claro de que a discordância é saudável e não negativa. Que é natural. E que não se trata de uma disputa para que uma ideia prevaleça sobre outra. E, sim, de que todas as ideias serão ouvidas, consideradas e pesadas quanto a sua importância para todo o projeto.

Criatividade: “Pensar fora da caixa” tornou-se uma expressão muito comum ao tratar-se da geração de novas ideias. E quanto ao trabalho de um gestor isso é muito valorizado.

Essa competência diz respeito à capacidade do gestor em entender um problema e cogitar várias fontes de solução para as mesmas. Muitas vezes de maneira não muito comum.

Para ser bem-sucedido, entra em cena o estímulo à criatividade e participação por parte de todos os membros da equipe e o compartilhamento de conhecimentos. A ousadia também é um componente importante, pois fomenta a segurança na equipe quanto a uma gama mais ampla de soluções. A criação e o estímulo de um ambiente que permita e veja com bons olhos o salutar hábito de sugerir, propor e criar é um dos mais fortes componentes na motivação de um profissional e de seu consequente sucesso, bem como da empresa.

Proatividade: Essa competência também é clássica no papel do gestor. Diz respeito a sua capacidade de antever um problema e estimular o trabalho da equipe no sentido de desenvolver algumas soluções.

É importante entender “problema”, citado no parágrafo acima, não necessariamente como algo negativo. Mas sim como uma ocorrência natural na dinâmica do trabalho.

Sinergia: Essa competência diz respeito à capacidade do gestor de conduzir os talentos e esforços dos membros do grupo em direção ao mesmo objetivo, para extrair resultados globais, como qualifica o conceito, maiores do que os resultados individuais.

A sinergia só será conseguida pelo gestor junto a sua equipe a partir do momento em que ele também tiver construído laços de confiança e estabelecido um ambiente que permita a criatividade, a colaboração e participação.

O papel do gestor, portanto, é um papel - acima de tudo - de administração de talentos e qualidades de um grupo que deve visar os mesmos objetivos.

Conhecimentos técnico, tático e estratégico a parte, a grande diferença se assenta em cima das competências que discutimos ao longo do artigo. Recursos financeiros e materiais são imprescindíveis e inviabilizam qualquer projeto, independentemente de seu porte ou natureza do negócio. Mas as pessoas são fundamentais. E conduzi-las de forma equilibrada e harmônica faz toda a diferença. É é isso que faz um gestor.

E agora que você já ficou sabendo como ser um gestor de sucesso, que tal escrever um post nos contando sobre sua experiência? Você também pode curtir e compartilhar esse artigo nas redes sociais.

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Mário José Martins
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Bacharel em Administração pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU-MG) e tenho um MBA Executivo em Marketing pela FGV. Tenho 25 anos de experiência profissional divididos em três campos de atividades: Educação, Serviços Linguísticos e Marketing.

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