[ editar artigo]

Tendências do varejo para 2016.

Tendências do varejo para 2016.

Tendências do varejo para 2016.

Nada da Amazon dominar o mundo, nem de drones absorverem o mundo das entregas. As novas tendências são mais voltadas ao consumidor e tecnologias.

Ha uma lista interminável de tendências e inovações que refletem em ritmo acelerado as mudanças no setor de varejo para 2016.

Vamos mostrar algumas tendências do mercado do varejo 2016:

Tecnologia Mobile:

Em 2016, você precisa equipar seus funcionários com a tecnologia móvel (telefone, tablet) que lhes permitirá sair de trás do balcão, e começar a falar com os seus clientes.

Imagine um tablet ligado ao seu sistema de gestão de estoque para que você possa ver se há mais artigos no estoque ou um uma ferramenta que lhe permite receber os pagamentos em qualquer lugar da loja.

Internet das coisas: Tudo fica conectado

2016 será o ano em que a internet das coisas deixa a sua marca no varejo. Baseados em localização beacons (Beacons são aparelhos de proximidade que emitem informações, por meio da tecnologia bluetooth, diretamente aos smartphones cadastrados.), sinalização digital e sensores serão acompanhados por inovações como as etiquetas inteligentes de preços que podem mudar os preços em tempo real, espelhos que permitem que você experimente roupas virtualmente e embalagens que avisam o prazo de validade dos produtos.

Um desafio nesta área é a sua conexão com a internet, como dar conta de todos estes dispositivos conectados, e a segurança deve ser a melhor do mercado em termos de proteção de dados.

Exemplos da loja Hugo Boss, que implantou sensores de calor nas lojas para acompanhar o progresso dos clientes através da loja. Estes sensores ajudar a compreender onde as áreas de alto tráfego estão, ou seja, a empresa pode posicionar melhor seus produtos.

3. Analise de dados.

Há muitos dados no varejo que pode ser difícil saber o que fazer com eles. Um varejista utilizando bem a analise de dados poderia aumentar sua margem operacional em mais de 60 por cento.

A chave é combinar os dados que você tem a partir de fontes tradicionais, como operações de venda com as fontes mais recentes, como as mídias sociais, análises de produtos, boletins meteorológicos, e dados coletados de todas as suas "coisas" conectadas para desbloquear novos insights.

Esses insights ajudarão a conhecer melhor os seus clientes para que você possa adaptar seus serviços aos seus desejos, bem como os níveis de estoque de previsão com base em seus hábitos de compra, e até mesmo o desenvolvimento de produtos de acordo com esses dados. Isso se estende até mesmo às operações, como você pode entender melhor seus funcionários a partir da analise destes dados.

Os dados coletados podem ser usados na analise de fraude através da identificação de padrões de gastos que possam sugerir comportamento ilegais e ao mesmo tempo de forma inteligente aprendendo sobre novos padrões para permanecer no topo da evolução dos métodos de fraude.

4. Experiência do usuário na loja física.

Alguns anos atrás, havia uma tendência de que a loja física iria morrer e os clientes só fariam compras online. Isso não aconteceu.

Hoje em dia se você quiser ter sucesso em sua loja física, ela precisa envolver melhor os clientes, fornecendo uma experiência, não apenas uma vitrine de produtos.

A loja precisa incorporar as mais recentes tecnologias que nós já mencionamos, juntamente com excelente serviço ao cliente, ensinando os uso do produto, e um componente interativo que envolva totalmente os consumidores de uma forma que seja exclusivo para a sua marca.

A Nike é um bom exemplo, transformando algumas de suas lojas em espaços parecidos com museus esportivos.

5. Vender através de redes sociais.

Esta tendência de comprar produtos através das redes sociais esta sendo seguida, muita gente vende o produto no Instagram ou no Facebook. Como vivemos em uma economia onde os consumidores querem comprar o produto na hora que acham na internet, as redes sociais estão propensas a entrar no jogo, com Snapchat e Instagram sendo prováveis candidatos.

A vantagem é que ele lhe dá outro canal para vender através e uma nova maneira de alcançar seus clientes, especialmente a geração do milênio e Geração Z.

6. A personalização do cliente.

Com todos os dados que temos acesso hoje e as ferramentas de análise para ajudar a conhecer o consumidor, não há realmente nenhuma desculpa para não conhecer seus clientes. No entanto, atualmente apenas 37 por cento dos varejistas usam dados internos e externos para criar uma visão do cliente de 360 graus. Devemos levar em conta estes dados dos clientes em todos os canais para conhecer o contexto, local, e oferecer experiências personalizadas.

7. Wearables (tecnologia vestível).

Com quase três quartos dos consumidores acreditando que wearables são o futuro do varejo, é difícil imaginar que eles não vão ter um impacto sobre a indústria no próximo ano.

A crescente integração omni-channel e o rejuvenescimento do modelo tradicional de loja, casos de uso incluem pagamentos e ofertas baseados em localização, bem como aplicações mais futuristas, como a visualização de produtos em 3D através de óculos de realidade virtual, com informações sobre o produto em tempo real.

8. Gamificação.

O efeito dos jogos viciantes do jogo “candy crush” não se limita apenas a indústria de videogames, os varejistas também podem aprender com o jogo de enorme sucesso.

A gamificação onde as técnicas de jogos de videogame e estratégias são utilizadas para outros fins comerciais realmente decolou em 2014, com um terço dos varejistas que usando em seus programas de fidelidade.

Ao premiar os clientes quando eles compram, ou fazem alguma ação de mídia social, e check-in em lojas, os varejistas podem melhor envolver os clientes e gerar maior lealdade.

Quais as grandes mudanças que você espera no varejo em 2016? Você se enxerga usando alguma destas tendências em seu varejo? De que forma? Comente abaixo.

Clube Sebrae
Vera Moraes
Vera Moraes Seguir

Consultora - Inventtando

Ler matéria completa
Indicados para você